O Ministério Público do Trabalho no Espírito Santo (MPT-ES) ajuizou Ação Civil Pública (ACP) contra a empresa Viabrás e seu sócio-administrador, diante de denúncias e elementos que apontam para a prática de assédio moral e sexual, abuso do poder diretivo, intimidação, coação e tratamento humilhante no ambiente de trabalho. A ação também relata comportamento agressivo atribuído ao sócio-administrador, além de possíveis condições degradantes de trabalho e alojamento e do descumprimento de obrigações anteriormente assumidas.
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A procuradora do Trabalho Thais Borges da Silva esteve na mesa de composição do evento
Uma oportunidade de trabalho pode mudar a trajetória de um adolescente, seja ao abrir perspectivas para quem busca o primeiro emprego, seja ao oferecer uma alternativa ao trabalho infantil e a situações de vulnerabilidade. Foi nesse contexto que o auditório do Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (ES) sediou, na última sexta-feira (28), o Feirão de Aprendizagem.
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Procuradoria do Trabalho no Município de Cachoeiro de Itapemirim alerta para impactos de denúncias repetitivas e sem indícios concretos sobre pequenos empreendedores locais
A Procuradoria do Trabalho no Município de Cachoeiro de Itapemirim divulgou nota pública para orientar a população de Bom Jesus do Norte sobre o uso responsável do canal de denúncias do Ministério Público do Trabalho. Segundo a instituição, desde janeiro de 2026 foram registradas mais de 40 denúncias anônimas com conteúdo semelhante, direcionadas principalmente a microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte. O MPT ressalta que todas as denúncias são analisadas com seriedade, mas destaca que comunicações repetitivas, genéricas e sem indícios concretos de irregularidades podem desviar recursos públicos, sobrecarregar a atuação institucional e impor ônus desproporcionais a pequenos negócios, reforçando a importância de que o canal seja utilizado para relatar situações de efetivo interesse público e risco aos trabalhadores.
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Homem havia sido condenado pela Justiça do Trabalho ao pagamento de R$ 1 milhão por trabalho infantil e práticas de violência e assédio sexual em seu estabelecimento, após o ajuizamento de ação pelo Ministério Público do Trabalho
Um comerciante de Água Doce do Norte, no Espírito Santo, foragido da Justiça, foi localizado e preso em Uberlândia (MG). A prisão ocorreu no dia 30 de julho, após atuação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Espírito Santo (MPES) em parceria com o GAECO de Minas Gerais e a Polícia Militar de Minas Gerais (PMES). A ação integrada ocorreu após pedido de cooperação formulado pelo Ministério Público do Trabalho no Espírito Santo (MPT-ES) na tentativa de encontrar o paradeiro do comerciante para cobrar o pagamento do valor de R$1 milhão.
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